sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Indonesia e Tigris & Euphrates

Quarta-feira, 21/07/2010.

É verdade que esta joga já ocorreu há um tempinho, e também é verdade que já havia ocorrido uma "joga de despedida" três dias antes, mas, da mesma forma que os ébrios não costumam se contentar com uma única "saideira", os viciados lúdicos da serra também não quiseram deixar por menos.

Estivemos presentes eu, Mário e o Mayapur, que foi o anfitrião desta vez. Depois de uma pequena preleção sobre o Eve Online (o atual "vício" do Mayapur) e sobre aquários plantados (o próximo "vício" do Mayapur... rsrs), partimos para os jogos de tabuleiro.

Meus amigos aceitaram o convite para jogar o Indonesia novamente, pois, depois da última partida, o jogo tinha ficado martelando na minha cabeça, como comentei no post anterior.
















E, de início, já vale comentar que o setup e os turnos iniciais foram muitíssimo mais rápidos, tanto pelo fato de haver apenas 3 jogadores quanto por já conhecermos as regras. Cada um começou seguindo por caminhos diferentes, o Mário se preparando para as fusões futuras, eu para as aquisições de produtos baratos e o Mayapur para o transporte dos próprios produtos. Uma característica peculiar desta partida foi que, devido ao desinteresse meu e do Mário, duas companhias de navegação foram descartadas no fim da primeira fase, dificultando bastante a logística de transporte para algumas regiões na fase final do jogo.

Vale dizer que, diferentemente da partida anterior, onde as Eras 1 e 2 ficaram arrastadas, desta vez o jogo fluiu muito rápido. Na última Era, o Mayapur conseguiu consolidar a pequena vantagem que tinha acumulado, e adiantou o fim do jogo comprando a última companhia disponível, vencendo a partida. O Mário ficou em segundo e eu em último. Acho que eu poderia até ter brigado pela vitória, mas cometi um erro de cálculo ao contar que a partida só terminaria no turno seguinte. O jogo durou entre duas horas e duas horas e meia. Bela vitória do Mayapur!

Esta segunda partida serviu para me confirmar que o jogo é muito bom e nem é tão demorado. O jogo fluiu muito bem, especialmente pelo fato da mecânica das fusões já ter sido assimilada por todos. É bem interessante ver o desenvolvimento do arquipélago durante o jogo, especialmente ao perceber que isto é desencadeado pelas ações dos jogadores. Com certeza, vale mais partidas!

Como o jogo terminou bem antes do previsto, resolvemos puxar um Tigris & Euphrates, que o Mayapur gosta muito e eu tinha bastante curiosidade em conhecer. O Mário já tinha jogado uma vez, mas não se lembrava de quase nada. Então, depois de um bom tempo de explicação de regras e exemplos, partimos para o embate na Mesopotâmia.


















Com uma clara dificuldade inicial em diferenciar conflitos internos e externos e, principalmente, em assimilar como tirar vantagem destes conflitos para angariar pontos de vitória, eu e o Mário fazíamos jogadas quase aleatórias, enquanto o Mayapur ia amealhando cubinhos de todas as cores imagináveis... hehe Meu único senão foi que a partida foi bastante longa, até arrastada em certos momentos (quase 3 horas, com explicação). Outra vitória do Mayapur, seguido por mim e pelo Mário.

Enfim, eu tive uma impressão boa do jogo e vi um bom pontencial de diversão nele, que espero confirmar jogando mais vezes. Já o Mário confirmou sua impressão de que não consegue jogá-lo bem e que não gosta do estilo. E, por fim, o Mayapur venceu outra partida e continua gostando do jogo... rs

E assim foi a nossa "saideira".

P.S.: Como meus parentes continuam morando em Petrópolis, sei que não foi uma despedida "final", mas um mero "Até logo!". Com certeza, continuarei a visitar esporadicamente os amigos lúdicos da serra.

domingo, 18 de julho de 2010

Ótima joga num clima de despedida

17/07/2010
Casa cheia, estreias e um certo clima de despedida. Neste sábado conseguimos juntar quase todos os sumidos do grupo e montar uma joga bem legal. Participamos eu, Mário, Igor, Mayapur e Tiago, que eu nem conhecia ainda (pra ver o quanto o cara estava desaparecido... hehe).

Começamos experimentando o recém-chegado Dominion: Intrigue, trazido pelo Mário, que acabou de adquirir a coleção completa. Jogamos duas partidas do Intrigue puro, num dos setups pré-configurados do jogo. Nestas duas partidas, as cartas mais usadas foram Tribute, Harem e Ironworks. Ganhei as duas partidas, numa delas seguido bem de perto pelo Mário.

















Minha opinião é que a expansão é interessante, tendo algumas cartas muito legais, contudo, parece que faltou alguma coisa. Não sei se foi o fato de jogar com 5 jogadores ou talvez que a expansão não funcione sozinha, mas a partida não teve tanto dinamismo quanto o jogo base. Tive também a impressão de que algumas cartas são desequilibradas (como o Tribute, por exemplo), mas foram apenas duas partidas e só utilizamos dez cartas de expansão, então não dá tirar qualquer conclusão mais fundamentada. Gostei das cartas com ações alternativas, que proporcionam uma outra camada de escolhas na fase de ação (tirando da fase de buy a exclusividade na montagem de combos e, talvez, diversificando um pouco o jogo). Só sei de uma coisa: quero jogá-lo mais vezes, especialmente misturando cartas da expansão com algumas cartas chave do jogo base.

Depois de alguma confabulação sobre partirmos direto para um jogo pesado ou passarmos antes por um filler, os defensores da segunda opção prevaleceram e o escolhido foi o Zack & Pack (Pack & Stack). Joguinho divertido e bom para rir das desgraças dos adversários, tanto no resultado dos dados quanto no caminhão escolhido. Para quem quiser saber um pouco mais, o jogo já foi comentado por aqui antes. Foram três hilariantes partidas, das quais venci uma e o Tiago venceu duas.






















Por fim, partimos para a atração da noite, o Indonesia. Trata-se de um dos mimos da coleção do Mayapur, que não via mesa há um bom tempo. De todos, só Mayapur e Mário o haviam jogado, mas também não se lembravam das regras (hehehe), o que gerou um longo processo de aprendizado. De início, cabe ressaltar a beleza do tabuleiro, que tem um projeto gráfico peculiar (ao estilo da editora Splotter Spellen), representando um mapa antigo do arquipélago da Indonésia. Minha única ressalva neste sentido é de que o tabuleiro deixa um pouco de lado a funcionalidade, havendo uma certa confusão na visualização dos limites de territórios, bem como uma sensação de caos, nas fases mais avançadas, com a proliferação de tokens de produção (OBS.: Para quem também acha isto um problema, recomendo o lindíssimo mapa redesenhado pelo brasileiro "Xandolino", que corrige a questão da funcionalidade sem alterar a beleza do tabuleiro).
















O jogo é bem diferente de todos que já joguei. Em princípio, não estou acostumado com jogos econômicos. Senti-me um pouco perdido durante boa parte do jogo, pois não sabia quanto deveria gastar nos leilões e quais companhias adquirir. Também não tinha em mente uma estratégia clara a seguir, e fui sobrevivendo vendendo produtos baratos a cidades adjacentes. Eu percebi que era um dos menos desenvolvidos no jogo e resolvi então mudar um pouco de tática, adquirindo uma empresa mercante, expandindo-a e vendendo-a na rodada seguinte, angariando um bom dinheiro. Depois, com algumas cidades já expandidas, resolvi investir no monopólio do arroz, fundindo uma das minhas companhias com a única companhia concorrente neste produto. Fiquei ainda com o monopólio de especiarias, visto que as outras companhias de especiarias foram fundidas em companhias de Siap Faji. Os dois monopólios me proporcionaram um bom rendimento nas rodadas finais, pois, apesar do preço baixo destes produtos, eu tinha uma grande quantidade deles. O Mário, que também ficou pra trás durante todo o jogo, também conseguiu alavancar seus lucros adquirindo o monopólio da borracha e uma companhia enorme de Siap Faji. Enfim, na rodada final, eu e o Mário conseguimos tirar a diferença dos outros jogadores, mas não foi suficiente para tirar a vitória do Tiagão, que apesar de quase não ganhar dinheiro no final, já tinha amealhado o suficiente para ser o vencedor. Vitória apertadíssima do Tiagão, seguindo bem de perto pelo Mário e por mim. Um pouquinho atrás ficaram o Igor e o Mayapur. Detalhe: A partida, com as explicações, durou umas 6 horas... :-O

















Confesso que tive sentimentos contraditórios sobre o jogo. Por um lado, achei o jogo um pouco longo demais (muitos momentos de downtime) e também que fica um tanto morno nas eras 1 e 2, só esquentando de verdade na fase 3, especialmente na última rodada (na qual os lucros são computados em dobro), mas creio que isto se deva bastante ao fato da partida ter 5 jogadores, que não parece o ideal. Por outro lado, o jogo ficou martelando na minha cabeça até agora. Fiquei imaginando o que poderia ter feito diferente e relembrando as boas e más jogadas realizadas. Acho que curti mais o jogo depois de passado um tempo do que ao acabar de sair da mesa, e isto me pareceu um aspecto bastante positivo. E, esta "estranha" sensação de "diversão pós-jogo" fez com que eu mudasse a minha nota inicial ao jogo de um 8,0 para um 9,0. Com certeza, quero jogá-lo novamente para abalizar ou não esta primeira impressão.

E, pra finalizar, explico o tom de despedida. Este mês, mudarei-me para o Rio de Janeiro. Sentirei saudades das memoráveis jogas que ocorreram aqui em Petrópolis e das pessoas legais que conheci. Espero, de vez em quando, reunir-me novamente com essa gente legal em volta de um tabuleiro. Meu alento é que também tenho excelentes amigos lúdicos na Cidade Maravilhosa, que certamente não me deixarão órfão deste fantástico hobby.

Abraços,
Leandro.

domingo, 4 de julho de 2010

Dominion e só Dominion

Domingo: 27/06/2010.

Uma joga inesperada e um repertório variado... rsrsrs
25 partidas seguidas de Dominion! Só eu e o Mário poderíamos jogar e seria uma longa e prazerosa jornada. Começamos por volta das 15h e só paramos quando o relógio marcava meia-noite. Vício? Não sei. Mas sei que este joguinho de cartas chegou e se tornou uma febre na mesa do Joga na Serra.






















O Mário continuou "dando as cartas" no Dominion, vencendo 12 das 25 partidas, enquanto eu, que já estou pegando o jeito, fiquei com 9 vitórias. Houve, ainda, 3 empates no jogo.

Detalhe: No dia seguinte, nos encaramos em outra jornada de 25 partidas virtuais, pelo BSW e desta vez eu levei. 15 vitórias minhas, 9 do Mário e um empate!

sábado, 26 de junho de 2010

Small World, Dominion e mais Dominion

Segunda-feira, 21/06/2010.

Mário de férias + Leandro de folga = Joga na segunda-feira à tarde! hehe Como nem todo mundo tem a mesma mordomia, nos encaramos no mano a mano mesmo por boa parte do tempo (o Tíbia chegou mais tarde).

Começamos a jogar por volta de 14h30 e escolhemos um jogo recente da minha coleção: o Smallworld. Trata-se de um interessante jogo de batalhas entre raças mitológicas num mundo com poucos territórios. Esta última característica é fundamental, pois gera um conflito constante no tabuleiro. No início do jogo, são sorteadas raças com poderes especiais aleatórios para escolha pelos jogadores. Cada um destes conjuntos indica o número de unidades que você tem à sua disposição para batalhar. O jogo quase não tem sorte, sendo que as conquista de território são baseadas em matemática simples (basicamente, você precisa de um número de unidades iguais a "x + número de unidades inimigas naquele território"). Ao final de cada rodada, cada jogador recebe pontos de vitória para cada território em sua posse.

















Outra sacada genial do jogo é que suas raças podem entrar em declínio. Como o número de unidades não é grande, com o passar do tempo, fica difícil efetuar novas conquistas ou defender uma grande extensão territorial, principalmente depois de sofrer algumas baixas. O poder da sua raça vai dimunuindo, e você tem que ter o timing certo para abandonar aquela raça e escolher uma nova. A raça abandonada permanece no tabuleiro enfraquecida (sem poderes especiais), mas continua marcando pontos para você, até ser destruída.

Jogamos três partidas. Na primeira, explicando as regras pro Mário, ganhei de lavada. Na segunda, ele venceu. Na última empatamos, mas ele levou no desempate (maior número de unidades no tabuleiro). Destaque para meus resultados no dado de conquista: em três partidas, acho que só consegui três ou quatro resultados favoráveis, enquanto o Mário conseguia três em cada quatro tentativas! hehehehe

Depois partimos para o Dominion, que é o novo queridinho por aqui. Claro que não é um jogo tão recente, mas só o conhecemos agora, então tentaremos recuperar este tempo perdido e aproveitá-lo bastante. hehe
De início, foram quatro partidas em sequência, todas vencidas pelo Mário, a maioria apertada, mas mesmo assim as derrotas foram amargas... rs

















Por volta das 19h00, chegou o Tíbia. Prosseguimos no Dominion, depois de explicar as regras ao recém-chegado. O Mário, ex-jogador de Magic, continuava destruindo e ganhou mais uma sequência de quatro partidas. Destaque para a partida vencida pelo Tíbia, que conseguiu fazer um combo pra comprar 3 províncias numa rodada, e deixou a partida muito chata (hehehe), pois foram usadas aproximadamente 15 actions e quase cinco minutos... Só eu ainda não tinha sentido o gostinho da vitória, mas acabei vencendo as duas últimas.

















Resultado final do Dominion: Mário 8, Leandro 2, Tíbia 1 e uma lição: "Temos que treinar mais pra destronar o Mário!"

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Dominion, Caylus e Stone Age

Quinta-feira, 03/06/2010. Frio e feriado. Uma dupla que convida a uma joga. Mesmo com muitas ausências, reunimo-nos eu, Carlota, Mário e Paulinha (namorada do Mário).

Começamos (ainda sem a Carlota) estreando meu Dominion. Eu só havia jogado uma vez e sugeri o jogo por saber que o Mário e a Paulinha gostavam de Magic. E a estreia não poderia ser melhor! Depois de uma primeira partida de aprendizado, animada, jogamos mais duas partidas. Resultado final: Duas vitórias do Mário e uma da Paulinha. Todos adoramos o jogo. A mecânica inovadora e as enormes possibilidades estratégicas nos conquistaram. Deve ser um jogo a ver muita mesa por aqui. Detalhe que o Mário já avisou que irá comprar pelo menos uma das expansões.









Partimos então, com a chegada da Carlota, para o meu jogo preferido: o Caylus. O Mário e à Paulinha ainda não o tinham jogado, mas pegaram rapidamente o espírito do jogo. Eu só o tinha jogado com dois jogadores e a experiência com 4 jogadores foi bastante diferente. Fiquei meio perdido e na lanterna durante quase todo o jogo. Nesta configuração, há uma maior escassez de recursos e uma grande disputa pela utilização dos prédios. Do resultado, só lembro que eu fiquei em último. Acho que a vitória ficou com o Mário.









Pra fechar a noite, escolhemos o Stone Age. O Mário e a Carlota disputaram a liderança desde o início, enquanto eu e a Paulinha ficamos mais para trás. A partida foi boa e o Mário conseguiu, na contagem final, um sprint que lhe garantiu a vitória. Eu fiquei novamente em último, mas, desta vez, posso tentar culpar os dados, que não foram tão generosos comigo nesta partida.












E assim se encerrou mais uma joga na serra!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Brass, Fits, Zack & Pack e Taluva

Neste feriado do dia 21/04 rolou a joga mais movimentada dos últimos tempos aqui na Serra. Os primeiros a chegar foram Mayapur e Mário e resolvemos jogar o Brass.

Ninguém o havia jogado e tivemos que iniciar com uma longa leitura conjunta das regras. De início, o jogo pareceu
confuso, mas resolvemos fazer o setup e seguir em frente. Erramos uma regra importante ainda na primeira rodada e resolvemos
iniciar a partida novamente. Desta vez, o jogo engrenou e aqueles conceitos que ficaram meio obscuros na leitura das regras foram entendidos sem problemas. O jogo foi bem pegado desde o início, sem nenhum líder isolado na pontuação. A todo momento, íamos reparando na beleza e a funcionalidade das mecânicas utilizadas pelo Martin Wallace.





















Fazendo um pequeno balanço das estratégias utilizadas, verifica-se que o Mayapur se especializou na construção de siderúrgicas e tecelagens com nível tecnológico alto, fazendo muitos pontos de vitória. O Mário teve um income alto desde o início, fez muitas vendas de algodão para portos próprios, e diversificou bastante suas construções, conseguindo construir dois estaleiros. Eu tentei construir diversas minas e tecelagens, vendendo, na maioria das vezes, para o mercado distante. Briguei com o Mário pela supremacia dos estaleiros, mas, no fim das contas, só consegui construir um. A partida terminou com uma pontuação apertada e teve o Mayapur como vencedor, o Mário em segundo e eu na lanterna. Enfim, achei um jogão e, com certeza, quero jogar mais partidas.

Logo no início de nossa partida de Brass, chegaram Igor e sua namorada Michelle. O jogo não comportaria tantos jogadores, daí a Carlota convidou o casal para conhecer alguns jogos mais rápidos. Vou tentar dar umas pinceladas sobre o que rolou, pois estava bem entretido com o jogão do Wallace. Começaram com o Fits, vencido pela Carlota. Partiram para o Zack & Pack, jogando três rápidas partidas. Por fim, a Carlota apresentou o Taluva aos dois, que foi vencido pelo Igor.

Resumindo, a joga foi ótima. Acho que todos gostaram bastante. Tomara que consigamos realizar mais jogas com tantas pessoas presentes! Peço desculpas pela ausência de fotos, mas a joga foi tão animada que a máquina ficou esquecida desta vez!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Taluva, Age of Empires III e Stone Age

Nesta joga meio inesperada de segunda-feira, estivemos presente eu, Mário e o Tíbia. O Tíbia chegou primeiro e resolvemos jogar o Taluva, que ele ainda não conhecia. Na primeira partida, acho que fui um professor bem eficiente, pois acabei perdendo a partida hehe... Na segunda, consegui ir à forra, mas ficamos por aí mesmo, porque o Mário já tinha chegado. Foi bom voltar a jogar o Taluva, pois é um jogo que eu gosto bastante, mas que andava meio esquecido na estante.





Partimos então para o Age of Empires III, que agora já faz parte da minha coleção, depois de uma troca com o Mário. Desta vez, sabíamos um pouco mais o que fazer durante a partida e cada um buscou uma estratégia diferente. O Mário se capitalizou bastante, construindo diversas Capital Buildings e tentando obter algumas maiorias no Novo Mundo. O Tíbia conseguiu mais dinheiro ainda, abusando dos trade goods e mercant ships, mas investindo pouco no Novo Mundo. Eu tentei aumentar o número de ações por turno, recrutando muitos especialistas e colocando missionários no Novo Mundo. O único problema, na nossa opinião, foi a dificuldade, mesmo no final, de saber quem estava ganhando. Já na contagem final, eu e o Mário achamos que o Tíbia tinha ganhando, sendo que ele ficou em terceiro. O Mário ficou em segundo e eu fiquei em primeiro, por apenas dois pontos de diferença. Mais uma contagem apertadíssima!













Por fim, puxamos um Stone Age, um outro jogo que o Tíbia não conhecia. A partida foi engraçadíssima, especialmente devido às rolagens pífias do Tíbia. Numa delas, ele conseguiu rolar quatro dados em tirar 1 em todos eles. Em outras rolagens, também ele não ficou muito longe disto, passando boas dificuldades durante o jogo para conseguir recursos, tirando-lhe qualquer chance de vitória, especialmente por não ter pegado muitas cartas. O Mário se concentrou em aumentar seus "candanguinhos", ficando com 10 bem antes do fim do jogo, e em deixá-los sem comida perdendo 10 pontos de vitória por rodada. Eu tentei me concentrar nas fazendinhas e ferramentas, bem como em pegar as cartas correspondentes. Venci, seguido pelo Mário e depois o Tíbia.










Encerramos a joga por aí, pois terça-feira é dia útil e todos tínhamos que acordar cedo.